A Polícia Federal sustenta que o governo de Cláudio Castro (PL-RJ) teria permitido a existência, no Rio de Janeiro, de um cenário propício para “atividades espúrias” atribuídas à Refit, empresa ligada ao empresário Ricardo Magro.
“Nesse cenário, o ambiente favorável às atividades espúrias do conglomerado foi construído com a anuência do Estado, notadamente do então chefe do Poder Executivo, o então governador Cláudio Castro”, afirmam os investigadores.