Plano de combate ao crime foi elogiado por Trump, diz ministro da Justiça
Sexta-feira, 08 de Maio de 2026    14h23

Plano de combate ao crime foi elogiado por Trump, diz ministro da Justiça

Wellington César Lima e Silva detalhou temas abordados no encontro entre Lula e o presidente dos Estados Unidos, na quinta-feira (7)

Fonte: Anna Júlia Lopes, da CNN Brasil, Filipe Pereira, da CNN Brasil
Foto: Ricardo Stuckert/Presidência da República
Ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva, falou sobre encontro na Casa Branca

 

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, afirmou, nesta sexta-feira (8), que o novo programa do governo de combate ao crime organizado foi apresentado e elogiado pelo presidente americano Donald Trump. A medida será apresentada oficialmente pelo governo federal na próxima terça-feira (12).

Os líderes brasileiro e americano se reuniram na Casa Branca na quinta-feira (7) para negociações que passaram por assuntos como terras raras, tarifas e combate ao crime organizado.

No entanto, Lima e Silva negou questionamentos se Lula e Trump haviam conversado sobre as recentes inclinações de Washington em classificar organizações criminosas brasileiras — mais especificamente as facções PCC (Primeiro Comando da Capital) e CV (Comando Vermelho) — como organizações terroristas.

Segundo o ministro, as conversas entre Lula e Trump girararam em torno do combate ao crime organizado de forma geral, além da apresentação do plano ao líder americano.

"Neste item do combate ao crime organizado, nós tivemos a oportunidade de compartilhar com o presidente dos Estados Unidos a nossa intenção, o formato do plano que vamos apresentar à sociedade brasileira na terça-feira e, durante a própria apresentação das ideias, o presidente Trump revelou e expressou muitos elogios e uma percepção de muita adequação dos critérios", afirmou.

Ao mencionar quais seriam os interesses de Trump na segurança brasileira, o ministro apontou a política rígida de segurança americana e uma preocupação decorrente de os dois países estarem no mesmo continente.

Voltando ao programa brasileiro, Lima e Silva acredita que deu ao americano a "confiança de que estamos no caminho certo" e que o padrão de segurança do programa poderia ser "levado para toda a região" por Trump.

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