A menção do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro de que enviaria um vídeo ao pai, Jair Bolsonaro, recebeu críticas de dirigentes de direita.
Para dirigentes nacionais do PL, Eduardo foi inconsequente e pode ter complicado a situação do pai, que cumpre pena em regime domiciliar.
Em sua decisão, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, foi claro de que Bolsonaro não pode ter contato com telefone celular ou com aplicativos de mensagem.
Ou seja, o ex-presidente não pode receber vídeos, nem mesmo pelo aparelho celular de terceiros, ou ver conteúdo mostrado por um aliado político.
No próprio domingo (29), Moraes pediu explicações aos advogados de Bolsonaro pela declaração feita pelo seu filho em evento da direita nos Estados Unidos.
A postura de Eduardo, aliás, é alvo de críticas de segmentos do partido desde o ano passado. A avaliação é de que o ex-deputado federal tem atrapalhado a situação do pai.
Eduardo, por outro lado, rebate as acusações. E reforça que abriu mão de sua carreira política justamente para defender o pai no exterior.