William Perkins e a Fé Justificadora – Parte I
Terça-feira, 03 de Fevereiro de 2026    15h10

William Perkins e a Fé Justificadora – Parte I

A doutrina da justificação pela fé e a Revelação Especial

Fonte: Voltemos ao Evangelho
Foto: Divulgação

 

RESUMO: A falta de clareza sobre como somos aceitos por Deus mediante a fé em Cristo frequentemente produz insegurança espiritual, dúvidas sobre o Evangelho e uma vida cristã marcada por ansiedade. Recuperando os escritos do puritano William Perkins, este artigo mostra por que a Revelação Especial (as Escrituras) é indispensável para anunciar o caminho da salvação e explica a justificação como ato forense de Deus: Ele absolve o pecador, declara-o justo pela justiça de Cristo imputada e o recebe para a vida eterna. Ao distinguir justificação de santificação, Perkins nos reconduz ao coração da Reforma e prepara o terreno para uma pregação mais bíblica, cristocêntrica e pastoralmente firme. Artigo escrito pelo pastor Paulo Corrêa, Pastor da Igreja Batista Reformada de Ceilândia/DF. Fundador e Editor do Ministério Justificação pela Fé. É formado em Teologia Livre pelo Seminário Martin Bucer/SP, pós-graduado em Pregação Expositiva pela FTRB/DF, e mestrando em Teologia Sistemática pelo Puritan Reformed Theological Seminary (PRTS.EDU).


 

Muitas vezes, a falta de clareza sobre como somos aceitos por Deus mediante a fé em Cristo gera uma vida de incertezas com relação à salvação e dúvidas profundas sobre o Evangelho. William Perkins, conhecido como o “pai do puritanismo”, foi um pregador magistral e professor de teologia reformada que reconheceu que a igreja de sua época tinha uma escassa compreensão da fé justificadora; por isso, os fiéis tinham muitas dúvidas sobre o Evangelho e sobre como vivê-lo. Em resposta, Perkins dedicou sua vida a ensinar e a pregar, de forma sistemática, a fé que justifica. Nesse sentido, acreditamos que a falta de compreensão dessa Fé ainda é uma realidade em muitas igrejas cristãs contemporâneas. Portanto, esta série de dois artigos tem como objetivo apresentar, por meio dos escritos de Perkins, a necessidade da compreensão da fé justificadora — transmitida somente pela Revelação Especial — para que possamos pregar as Escrituras com convicção e poder.

WILLIAM PERKINS: O MESTRE DE CAMBRIDGE

Acreditar na justificação[1] muda a vida de qualquer um no âmago de seu ser, pois atinge diretamente o seu relacionamento com Deus; além disso, ela define a pregação da igreja, bem como a existência e o progresso da vida de fé. Como está escrito em Hebreus 11.6: “De fato, sem fé é impossível agradar a Deus, porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe e que recompensa os que o buscam”[2]. É assim que se faz Teologia[3], reconhecendo a suprema incompreensibilidade de Deus, sendo nós tomados por Aquele a quem queremos conhecer pela fé recebida dEle (Ef 2.8), de acordo com o Seu propósito em revelar a Si mesmo por meio da Sua Revelação Especial (as Escrituras).  Os puritanos acreditavam na justificação dessa forma, talvez por isso seus sermões[4] tinham a fama de serem mais bíblicos, cristocêntricos, práticos, experimentais, claros e de atraírem mais ao público do que os sermões anglicanos opositores ao movimento puritano (os anglo-católicos) da época. Apesar disso, a maioria dos puritanos[5] concordavam e alertavam que a doutrina da justificação sempre foi vulnerável e por isso somente a graça de Deus poderia sustentá-la durante a história e impedi-la de ser esquecida.

Entre esses, encontramos o puritano William Perkins[6] que nasceu em 1558 na vila de Marston Jabbett (perto de Coventry), em Warwickshire. Não existem registros detalhados da sua vida. Mas, sabemos que ele foi convertido a Cristo durante seus primeiros anos em Cambridge. Ele foi casado com uma jovem viúva, Timothye Cradocke. Durante seus sete anos de casamento, eles conceberam sete filhos, três dos quais morreram na infância. Depois de receber seu diploma de mestre em 1584, foi ordenado ao ministério e pregou na Igreja do Grande Santo André até sua morte em 1602, aos 44 anos quando sucumbiu a complicações decorrentes de cálculos renais.

William Perkins durante sua jornada acadêmica e pastoral entendeu ser a necessidade[7] mais urgente da igreja de seus tempos a instrução teológica da fé, ao invés de uma reforma eclesiástica avançada na época. Ele via a igreja prejudicada teologicamente por causa do ensino superficial das bases bíblicas. Então, procurou preencher esse vazio levando outros a uma melhor compreensão da fé que justifica.

Portanto, propomos trazer contribuições dos escritos de William Perkins, com a colaboração de outros escritores reformados, para apresentar a importância de sermões sobre a fé justificadora. No primeiro artigo, será apresentado o conceito de Revelação Especial e o que é ser justificado segundo William Perkins. No segundo, será exposto a fé justificadora e sua origem divina e os benefícios da pregação da fé justificadora para a igreja contemporânea e considerações finais sobre o assunto.

2. A NECESSIDADE DA REVELAÇÃO ESPECIAL

A canonicidade de toda a Bíblia foi reafirmada pela Reforma Protestante através do princípio do Sola Scriptura (“Somente as Escrituras”). Ao reivindicarem esse princípio, os Reformadores estavam expressando sua submissão à autoridade máxima e infalível da igreja, as Escrituras, isto é, à Revelação Especial de Deus, também conhecida como Sobrenatural ou Sotereológica[8]. Embora a Revelação Geral ou Natural[9] torne manifesta a existência de Deus e declare a humanidade indesculpável diante dEle, ela é incapaz de revelar o Salvador e a necessidade dEle. Além disso, tanto a Revelação Especial quanto a obra da justificação são realizadas pela ação conjunta das três Pessoas da Trindade. Em João 3.34-35 diz: “Pois aquele que Deus enviou fala as palavras de Deus, porque Deus não dá o Espírito por medida. O Pai ama o Filho e entregou todas as coisas nas mãos dele”.

Segundo Joel R. Beeke,

Temos aqui a entrega das “palavras de Deus” ao mundo. Deus, o Pai, está por trás de tudo. O Pai envia o Filho com amor divino e dá o Espírito para equipar o Filho para a sua obra. O Filho fala as palavras do Pai e opera pelo poder do Espírito. O Espírito acompanha o Filho com infinita e divina plenitude para que realize a vontade do Pai. Os três agem como um para revelar Deus ao homem. O envio de Cristo refere-se à sua missão como Mediador divinamente designado para dar vida eterna aos eleitos de Deus, fazendo Deus conhecido a eles[10].

Por essa razão, a Revelação Especial torna-se indispensável, pois ela apresenta à humanidade o caminho da salvação e dá a conhecer o Deus vivo. Ela é Sobrenatural porque não é comunicada pela criação, ciência ou filosofia, mas somente pelas Escrituras divinamente inspiradas (2Tm 3.16) que transmitem a fé justificadora para pecadores crerem em Jesus e serem salvos (Rm 10.17).

O Deus infinito se comunica com os seres humanos finitos em uma linguagem[11] que eles entendem e repetem. Esse é o princípio da adequação. Deus se tem dado a conhecer. Além do conhecimento arquetípico, que Ele possui de Si mesmo, existe o conhecimento ectípico, que é o modo como Ele comunica[12] parte desse conhecimento ao ser humano por meio da Revelação Sotereológica. Pois, a distância entre nós e Deus é de tal natureza e de tal extensão, que não haveria como conhecermos Deus se Ele não condescendesse em se dar a conhecer a nós de maneiras que possamos receber, disponíveis a nós, que se adequem às nossas capacidades finitas. Para João Calvino, o Espírito Santo gera a fé justificadora em Cristo através da Palavra de Deus pregada, concedendo-lhe “testemunho interior”[13] para autenticar a Escritura. Essa seria a forma interna da Palavra. Esse princípio do Sola Scriptura não anda sozinho, mas acompanhado do Sola Fide (Somente a Fé em Cristo).

3. A JUSTIFICAÇÃO SEGUNDO PERKINS

Ballitch[14] relata com clareza em seu livro, The Wholesome Doctrine of the Gospel: Faith and Love in the Writings of William Perkins, os resultados do ensino de Perkins e como ele colaborou no surgimento de tantos pregadores excelentes em Cambridge[15], na Inglaterra, mais do que em Oxford. Além disso, nessa obra encontra-se Perkins explicando a justificação a partir de três ações forenses de Deus Pai no pecador, a saber: primeiro, absolve pecadores da condenação; depois, declara-os como justos; e por fim, aceita-os para a vida eterna com Cristo para sempre. A seguir, esses atos divinos serão vistos com mais detalhes.

3.1 ABSOLVE PECADORES DA CONDENAÇÃO

Para Perkins, a justificação “é a libertação de um pecador de seus pecados pelos méritos de Cristo”[16]. Por exemplo, em Atos 13.39 afirma que “por meio dele, todo o que crê é justificado de todas as coisas das quais vocês não puderam ser justificados pela lei de Moisés”. Aqui encontramos δικαιόω (justificar) trazendo o significado de declarar alguém justo ou reto. Em outras palavras, Deus absolve os pecados do pecador que tem fé em Cristo ao ponto de declará-lo digno de estar diante Dele. Por isso a sentença em Atos 13.39 traz o sentido de que um pecador não pode ser aceito diante de Deus (justificado) pela prática da lei de Moisés, mas é aceito legalmente – e de uma vez por todas – por tudo o que Jesus fez em nosso lugar. Ele sofreu e cumpriu toda a lei de Moisés. Além disso, Lucas colocou outro termo nessa sentença, a palavra em grego πάντων que significa “total”, traduzido por “todas as coisas”. Ou seja, os pecadores foram absolvidos de todos os pecados passados, presentes e futuros.

Perkins também entendia que o apóstolo Paulo descrevia a justificação como o oposto da condenação: “Quem intentará acusação contra os eleitos de Deus? É Deus quem os justifica” (Rm 8.33). Nesse ato judicial, revelado nas Escrituras, Deus liberta o pecador crente em Cristo da sentença condenatória e, de modo definitivo, o declara inocente e adotado na Sua família, admitindo-o à vida eterna com Cristo (Rm 5.1; Jo 1.12; Rm 8.15–17; Gl 4.4–7).

3.2 DECLARA PECADORES COMO JUSTOS

Esse é outro ponto que merece atenção: entender a diferença entre “declarar” e “tornar” justo um pecador. Nesse sentido, Perkins ensinava que a ação declarativa[17] de Deus Pai não é sinônimo de torná-lo justo. Declarar justo alguém é mudar sua reputação diante de Deus Pai para ser aceito por Ele como uma pessoa perfeita e sem pecado como Jesus. Isso significa que através do recebimento da fé justificadora, pecadores são absolvidos da condenação eterna para serem feitos filhos de Deus e destinados à vida eterna com Cristo, apesar deles não se tornarem justos, isto é, incapazes de pecar, enquanto Jesus não voltar.

Por isso, também está escrito no cânon que o “Senhor detesta quem justifica o ímpio e quem condena o justo; ele detesta tanto um quanto o outro” (Pv 17.15). Isto é, ninguém pode se tornar inocente pelos próprios méritos ou pelos outros. Nem mesmo Deus Pai faz isso, Ele não torna ninguém justo, ou seja, não esquece ou abona os pecados cometidos e nem transforma pecadores culpados em inocentes como se nada tivesse acontecido. Deus Pai declara como justos aqueles que tem fé em Cristo, isto é, aceita-os e inocenta-os da condenação eterna por causa da justiça de Cristo imputada pela fé Neles.

Segundo Berkhof,

Alguns consideram a definição de Calvino superior à do Catecismo de Heidelberg. Calvino diz: “Teremos então uma completa definição da fé se dissermos que ela é um firme e seguro conhecimento do favor de Deus para conosco, fundado na verdade de uma promessa gratuita em Cristo, e revelada às nossas mentes e selada em nossos corações pelo Espírito Santo” [18]

Por isso, os justificados nunca serão condenados, pois já forma inocentados, aprovados e aceitos pelo Pai como seus filhos adotivos como se nunca tivessem sidos pecadores, embora ainda tenham a capacidade de pecar até a volta de Cristo. Essa declaração forense de Deus Pai muda o relacionamento do pecador com Ele, mas não os torna sem pecado.

3.3 ACEITA PECADORES PARA A VIDA ETERNA

Apesar de existir distinção entre justificação e perdão, ao sermos justificados pela fé, recebemos a graça perdoadora de Deus. Franklin Ferreira nos diz que “na qualidade de Homem representativo, Ele [Jesus] absorve o juízo a que ficou sujeito o pecado humano; como representante de Deus, Ele comunica aos homens a graça perdoadora de Deus”[19]. Isso significa que se uma pessoa foi justificada, ela também recebeu perdão pelos seus pecados do passado, do presente e do futuro.

No entanto, “o medo do antinomianismo não deve nos impedir de fazer essa declaração”[20] sobre o perdão. Uma vez que, quando Deus declara justo um pecador, o perdão divino fica disponível ao justo. Deus Pai absolve um pecador, considera-o justo e aceita-o para a vida eterna com Cristo, dando-nos portanto a chamada “justificação da vida” (Romanos 5.18). Isso se explica pelo fato de que “assim como o pecado de Adão é imputado a todos, pelo qual a morte entrou, a obediência de Cristo é imputada aos crentes, trazendo assim vida e justificação”[21].

A vida eterna com Cristo é imputada em todo aquele que recebeu a fé que justifica. Quando o Deus Pai justifica um pecador, Ele adota-o como filho e aceita-o para a vida eterna para sempre. Por isso, Perkins na sua obra[22] a Fundação da Religião Cristã define essa fé justificadora como “uma graça maravilhosa” pela qual uma pessoa aplica em sua vida os benefícios conquistados pela fé. Então, um justificado é adotado como filho de Deus pela fé em Cristo (Jo 1.12); alimenta-se espiritualmente de Cristo (Jo 6.35); reveste-se de Cristo (Gl 3.27) e ressuscita com Cristo para Deus (Cl 2.12).

4. CONCLUSÃO

Compreender a fé justificadora sob a ótica de William Perkins é retornar ao cerne da Reforma Protestante: a certeza de que a nossa aceitação diante de Deus não repousa em algo que fazemos, mas inteiramente no que Cristo realizou. Afinal, sabemos que ‘o homem não é justificado por obras da lei, e sim mediante a fé em Jesus Cristo; também temos crido em Cristo Jesus, para que fôssemos justificados pela fé em Cristo e não por obras da lei, pois por obras da lei ninguém será justificado’ (Gl 2.16). Como vimos, Deus nos declara justos pela fé em Cristo para que, então, possamos ser transformados pela fé, como está escrito: “O justo viverá por fé” (Rm 1.17).

Essa distinção é vital. Enquanto o erro teológico tenta misturar a justificação com a santificação, Perkins nos recorda que o nosso novo status de ‘filhos adotivos’ é um ato irrevogável da graça divina. A fé não é a causa da salvação, mas o instrumento que nos une ao Salvador. Portanto, ao pregarmos e vivermos sob a luz da Revelação Especial, somos libertos da ansiedade do mérito próprio e capacitados a viver uma vida de gratidão e santidade.

Em última análise, a fé justificadora glorifica a Deus e humilha o orgulho humano, garantindo ao crente a paz com Deus e uma consciência absolvida. Isso proporciona uma segurança inabalável quanto à vida eterna, pois o crente recebeu a fé para confiar na Revelação Especial (a Palavra de Deus):

“Todo aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as pratica será comparado a um homem prudente que construiu a sua casa sobre a rocha. Caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e bateram com força contra aquela casa, e ela não desabou, porque tinha sido construída sobre a rocha.” (Mt 7.24-25).

No próximo artigo, veremos como essa doutrina, fundamentada na Revelação Especial, deve ser proclamada com poder nos púlpitos para a saúde da igreja.

 


[1] J. I. Packer and Editora Fiel, Entre os gigantes de Deus: uma visão puritana da vida cristã, ed. Tiago J. Santos Filho (Editora Fiel, 2016), 243.

[2] Todas as citações bíblicas são da Nova Almeida Atualizada (NAA), salvo indicação em contrário.

[3] Joel R. Beeke et al., Teologia Sistemática Reformada – Volume 1: A revelação de Deus (São Paulo, SP: Editora Cultura Cristã, 2023), 87, KINDLE.

[4] CAMPOS, J. H. C.; PERKINS, 2018, p. 9.

[5] PACKER, James Innell. Entre os gigantes de Deus: uma visão puritana da vida cristã. São José dos Campos, SP: Fiel, 2016. p. 244.

[6]“William Perkins by Dr. Joel Beeke and Randall J. Pederson,” accessed December 12, 2025,
https://www.monergism.com/thethreshold/articles/onsite/meetthepuritans/williamperkins.html.

[7] “William Perkins by Dr. Joel Beeke and Randall J. Pederson.”

[8] Benjamin Warfield, A Inspiração e Autoridade Da Bíblia: A Clássica Doutrina Da Palavra de Deus, ed. Vagner Barbosa, Wilton Lima, and Sebastiana Gomes de Paula (São Paulo, SP: Editora Cultura Cristã, 2010), 60.

[9] Warfield, A Inspiração e Autoridade Da Bíblia: A Clássica Doutrina Da Palavra de Deus, 60.

[10] Beeke et al., Teologia Sistemática Reformada – Volume 1, 375–76.

[11] Louis Berkhof, Teologia Sistemática (São Paulo: Editora Cultura Cristã, 2012), 34.

[12] Berkhof, Teologia Sistemática, 34.

[13] Gary B. McGee, ed., Evidência Inicial: Perspectivas Históricas e Bíblicas Sobre a Doutrina Pentecostal Do Batismo No Espírito (Natal, RN: Editora Carisma, 2019), 50–51.

[14] Andrew S. Ballitch and J. Stephen Yuille, The Wholesome Doctrine of the Gospel: Faith and Love in the Writings of William Perkins (Grand Rapids, Michigan: Reformation Heritage Books, 2019), 1140.

[15] Ballitch and Yuille, The Wholesome Doctrine of the Gospel, 216.

[16] Ballitch and Yuille, The Wholesome Doctrine of the Gospel, 1140.

[17] Ballitch and Yuille, The Wholesome Doctrine of the Gospel, 1148.

[18] Berkhof, Teologia Sistemática, 458.

[19] Alan Myatt, Teologia Sistemática: Uma Análise Histórica, Bíblica E Apologética Para O Contexto Atual, with Franklin Ferreira (Sao Paulo: Vida Nova, 2008), 800.

[20] Herman Bavinck, Espírito Santo, Igreja e Nova Criação (São Paulo: Editora Cultura Cristã, 2012), 4:182.

[21] Ballitch and Yuille, The Wholesome Doctrine of the Gospel, 1148.

[22] William Perkins, The Works of William Perkins, Volume 5, ed. Ryan Hurd (Grand Rapids: Reformation Heritage Books, 2017), 465.

Por: Paulo Corrêa.

Paulo Corrêa

Pastor da Igreja Batista Reformada de Ceilândia/DF. Fundador e Editor do Ministério Justificação pela Fé. É formado em Teologia Livre pelo Seminário Martin Bucer/SP, pós-graduado em Pregação Expositiva pela FTRB/DF, e mestrando em Teologia Sistemática pelo Puritan Reformed Theological Seminary (PRTS.EDU). É Casado com Pâmela Corrêa, com quem tem uma filha, Ana Corrêa.

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